slings

Conheci os slings pela pequena Ema, que fazia lá dentro uns sonos invejáveis. Durante a gravidez entreti-me a pesquisar slings para comprar e acabei por me decidir a fazê-lo em casa.

Existem numerosos sites que ensinam a fazer slings para bebés. Com alguns treinos prévios, acabou por resultar bastante simples de fazer.

É uma das peças que entrou na mala para a maternidade e foi lá dentro que a G. saiu do hospital, a dormir tranquilamente. Desde então tem sido um companheiro indispensável. A uma semana de completar cinco meses, ainda não temos carrinho. Ainda não senti necessidade, pois este amigo é tão prático que não me imagino com o complexo carrinho para trás e para a frente. Ela adora andar aqui dentro e é o sítio preferido para adormecer. Uma das suas actividades favoritas é observar-nos nas nossas tarefas diárias, e aqui consegue um lugar privilegiado. Pode ver tudo de cima e em movimento, acompanhando-nos. Quanto a mim, ganho um braço extra que a segura, enquanto os outros ficam livres para conseguir dar conta dos afazeres. E também para me segurar quando nos surpreendem acidentes como partir-se o banco onde estava sentada !! e só parar no chão. E a parte mais agradável, é tão gostoso para lhe fazer festas nas costas, como quando acariciava a barriga, durante a gravidez. E ainda a protege do vento, do sol e da chuva. Poderia ficar aqui a desenrolar uma lista infindável de vantagens. Acima de tudo, foi essencial no primeiros meses, em que ela queria colo o dia inteiro e o tempo não estica e os braços já não aguentam mais…

Também fiz uma espécie de Mei Tai (qualquer dia ponho por aqui umas fotos), e tenho um pano e um sari que utilizo como pano, mas o sling é o meu preferido (e é também o favorito da G.). É muito prático, muito leve, fácil de levar na mala e está sempre pronto a usar. Os panos e mei tais requerem umas quantas voltas de tecido para pôr e tirar e, embora com a prática se tornem fáceis de colocar, não têm a simplicidade do sling. Agora que está a ficar mais pesada, ou quando o passeio é comprido já se torna um pouco desconfortável (sobretudo quando vai deitada a dormir, porque se for sentada na anca nem lhe sinto o peso). Nestes casos, os outros dois são mais eficientes, sobretudo para as costas dos pais. Mas confesso que não lhes dou muito uso. Utilizo-os sobretudo para a pôr às costas.

Aqui, na maternidade.

Agora que está a chegar o calor ao alentejo tenho de me dedicar a fazer uns novos, mais adequados à estação!

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