até ao porto

Quem tem a família longe tem de se acostumar a longas viagens. De carro a G. já fez algumas, mas esta foi a primeira de autocarro – a ideia era ir de comboio, mas trocaram-nos os planos. Seis horas de caminho entre Évora e o Porto, com paragem em Lisboa para trocar de viatura.  Ao contrário dos meus receios, a G. não só se comportou lindamente, como até gostou. Divertiu-se a observar a estrada em movimento, os passageiros e a tentar agarrar a atractiva camisa aos quadrados do vizinho.

Eu descobri mais uma grande vantagem dos slings. Permitem usar o cinto no autocarro e o bebé vai bem instalado, o que reduziu as minhas preocupações com a segurança dela. Tenho sempre a sensação que numa travagem a sério deve ser bem difícil conseguir segurar um bebé, além de nos segurarmos a nós. Além disso, como ela dormiu a maior parte do tempo, eu pude fechar os olhos e relaxar, sem ter que me preocupar em agarrá-la. E ainda consegui ler.

Foi uma viagem tranquila.

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