2 anos ♥

A escritaria tem andado espaçada pela falta de tempo, mas não podia deixar de marcar o acontecimento: no dia 29 a G. completou 2 anos. Celebramos na escolinha com bolo para os amigos e muita vergonha-emoção pelo tão esperado momento. As velas soprei-as eu, que ela estava paralisada. E do bolo não conseguiu mais que lamber a cobertura. À noite na intimidade dos quatro desfrutou dos parabéns, das velas e do bolo.  Há vários dias que a ouvia explicar aos bonecos e ao irmão que ia fazer doix ano, seguido duma simulação de sopro de velas.  São as vantagens de andar numa escola com meninos de todas as idades (dos “0” aos 5). Já assistiu a vários aniversários e por isso, quando lhe falei nisso (há umas 2 ou 3 semanas) percebeu perfeitamente aquilo que a esperava. O ano passado a celebração foi simples – jantar tranquilo nos avós – à medida do seu 1 ano. Este ano foi a primeira festa com ar disso mesmo.

No fim de semana enchemos a casa de família e amigos e felizmente esteve muito sol para comermos ao ar livre e cheios de espaço. Ela gostou e acho que lhe fez bem. Ultrapassou o seu lado pouco social (com adultos) e adaptou-se. Ficou incrédula e um pouco confusa com a quantidade de embrulhos e de brinquedos que saíram de dentro deles. Desfrutou de cada um deles, mas acho que o que teve mais sucesso até agora foi o básico serviço de chá! com tabuleiro – o tabuleiro é essencial pois permite transportar a coisa pela casa inteira, inclusivé para dentro da banheira, onde a brincadeira ganha uma nova dimensão: encher o bule e as chávenas de água e beber vários litros de ensopado de banho (sem sabão mas com cor duvidosa).

Melhor que isso só mesmo jogar à bola lá fora com o primo, a avó e a tia. E dar muitos saltos e marcar muitos golos. São as vantagens da casa cheia. Há sempre alguém para brincar connosco na rua.

 

Ah, não poderia deixar de registar que no dia em que ela fez dois anos o G. começou a comer sopinhas e peras bem docinhas e chamou-lhes um figo. Um destes dias tenho de vir aqui actualizar os meus dias, falar um pouco das Ninananas que fizemos no Abeto (o G. foi também, trabalhar com a mãe), dos passeios com sabor a férias que demos por estes dias e pouco mais. Mas por agora volto ao bebé que acorda e já chama.

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