pão da casa

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Uma das razões porque gosto da máquina de fazer pão é a possibilidade de introduzir farinhas e sementes variadas. Embora o pão no alentejo seja bastante bom e tenhamos o privilégio de ser vizinhos, a 3 km, de uma mercearia que vende um delicioso pão caseiro que sai duas vezes por semana, as alternativas são pouco variadas. Além disso, a máquina permite-nos programar o pão para ficar pronto e quentinho pela manhã ao acordar. A casa fica perfumada de pão quente, o que é mais uma razão para levantar.

Mas confesso que me aborrece a monotonia da forma. O pão fica sempre cozido da mesma forma, com a mesma consistência… Desta vez deixei a máquina fazer o trabalho duro, bater e levedar, e desliguei-a antes de começar a cozer. Transformei a massa em bolinhas de tamanhos variados, incluindo umas pequeninas para a Gabriela, que adora todo o tipo de pão.

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Usei farinha de trigo, de trigo integral e de espelta. Acrescentei sementes de sésamo – gosto bastante do sabor que deixa no pão – e de papoila. Coloquei no forno a 150º durante meia hora. E aí está. Quentinhos à hora do lanche, barrados com manteiga de cabra, que o momento é especial e merece. A massa fica realmente diferente e imagino que se consigam resultados diferentes variando também a temperatura e o tempo de cozedura.

Tenho de repetir, da próxima um pão de quilo, em vez das bolinhas.

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