Boas vindas à casa nova

cabaz

Ontem bateram à porta. Abri. Além de um sorriso gigante, eram dois cestos de cores e aromas. Oferta de vizinhos (que no campo alentejano significa – aqueles que vivem ali uns quilómetros aos lado), de boas vindas à casa nova. Já éramos vizinhos antes, pois a casa nova pouco dista da antiga. Mas é sempre bom termos desculpas. Cultivam uma horta biológica fabulosa e fazem cabazes …que vendem em Lisboa… (fenómeno recorrente). O sabor é ainda melhor que o aspecto. Para o jantar, caldeirada de legumes. Os tomates pequeninos, cá em casa, comem-nos os pequenotes como fruta, à mão e a qualquer hora.

A casa nova não demorou uma semana a compôr. Já vamos na terceira semana e continuamos a transportar coisas entre casas, mas agora na recta final – faltam apenas as niquices.

Valeu-nos ao longo destes dias a ajuda valente da Luísa e do Nuno, dos avós sempre disponíveis que trataram da miudagem para nos dedicarmos às arrumações e transformações e, ainda este fim de semana, os avós paternos vieram dar também o seu apoio para podermos tratar dos últimos caixotes. Mas ainda sobrou tempo para uma visita ao Fluviário, muito aplaudida pelos mais pequenos.

fluviário

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