amigos e slings / friends and slings

sling PicoPico

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Hoje recebi uma visita muito especial. Uma grande amiga e o seu pequenote de (quase) 3 meses, e o sling que fiz para ambos – que o A. adora. E para juntar à festa, mais três grandes amigos, e assim duma combinação meio maluca, fizemos uma almoço de pessoas que vivem longe umas das outras, no meio da semana.

Adorei, soube a férias, a fim de semana. Adorei ver o A. passear e dormir no sling que tão carinhosamente fiz ainda antes de ter nascido. Na última fotografia vê-se bem o quanto é orgânico este prolongamento que o sling faz da barriga da mãe, inclusivamente a mão da mãe a acariciar o bebé, tal e qual como na gravidez. Nas deliciosas conversas que tive com a fantástica médica que fez as ecografias dos meus filhos, e que é uma investigadora da vida in utero, lembro-me das explicações sobre o facto de todos nascermos precocemente, por uma questão de evolução da fisionomia da mulher, consequência da aquisição da marcha bípede.  Há, inclusivamente, muito teóricos, investigadores, que defendem que os primeiros quatro meses da vida do bebé são um prolongamento dessa vida uterina… Isso fez-me todo o sentido (no meu intuir) com os meus filhos. E hoje quando vi o A. no sling com a mãe voltei a ter essa sensação.

Today I had a very special guest. A great friend and her (almost) three months old baby, and the sling I made for both – which A. loves. And to join the party, another three good friends. We had this, kind of crazy, idea of joining  a bunch of people who live far from each other in the middle of the week, for a lunch.

Loved it, felt like vacations, or weekend. I enjoyed seeing A. walking and sleeping in the sling that I made with so much love ​​even before he was born. In the last photo we see how the sling can work as an organic extension of the womb. Even the mother’s hand caressing the baby, is just like during pregnancy. In the delightful conversations I had with this fantastic doctor who made the ultrasound of my children, which is an investigator of life in utero, I recall the explanations of the fact that we all are born too soon, due to the evolution os the women’s physiognomy , as a result of the acquisition of bipedal position. There are, indeed, many theoretical and researchers, who argue that the first four months of a baby’s life are an extension of that uterine life … This made sense to me in my experience with my children. And today when I saw A. with his mom in the sling, it brought that feeling back to me.

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